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Info & Dicas
Aqui esperramos de criar uma zona ao onde há informações e dicas para melhorar a sua pesca.
Ainda estamos a construir este site, então pedimos que tenham um pouco de paciencia, obrigado.
No entanto, se há alguma coisa que acham que podemos pôr dentro deste site, por favor digam-nos atraves da pagina "Contactar-nos"
- Calculadora para Boilies
- Montagens para Boilies
- Montagens 2
- Montagens 3
- Um Leader de Lead-Core
- Um Nó Para Lead-Core
- Smart-Cast
- Bait-Boat
- Sementes
- Pesos e Médidas
- Carpa Herbívora
Calculadora para Boilies
With this simple Excel tool, one can easily calculate the composition of a boilie mix in terms of percentages of Carbohydrates, Protein and Fat content. In addition, it’s easy to see what the ultimate hardness of the boilie would be, how easy it is to process the boilie mix and to what extent boilies have a short or long term attractiveness to carp.

Calculadora para Boilies
Hardness: Scores vary between 25 and 100, with 100 being a very hard boilie that lasts a long time in the water without getting soft
Processing: Scores around 25-50 mean boilies are very difficult to process. The dough may be very sticky, spongy and especially with rolling tables difficult to process. A score of a 100 means you created a boilie makers dream dough composition.
Instant Response: In general, I am assuming that high Carbohydrate boilies lead to a high instant response (with a score between 75 and 100) and would be very useful in short term campaigns without time to pre-bait. High Protein boilies which will score around 50-75, are more useful to be baited up with in the longer run.
So how does it work: Simply fill in the ounces of ingredients that you will be using in the base-mix. There are 30 main boilie ingredients to choose from. For those people who have some specific boilie ingredients they would like to include, please send me a pm or e-mail and I’ll see if I can update the Boilie Calculator.
In addition you have to add the special ingredients such as eggs, sugar, salt, oil, powder additives (f.e. chili powder) and flavors. I used the weight of an “average” egg of 2.29 ounce. Just fill in the number of eggs you will need in your mix in the green cell (in my case I often work with an average of 0.39 eggs per ounce of dry mix, but this will very much depend on the exact composition of the mix). In case you use smaller or bigger eggs, you can manually overwrite the total egg weight in ounces in the blue cell.
And that’s it really. Have a look at it and tell me if you would like something changed. Of course the exact protein/fat/carb content will differ somewhat depending on the supplier and quality of the ingredients. So don’t see it as an exact science. It’s a tool that might give you a better idea of the composition of your boilies, especially for starting boilie makers. Of course you could also apply it for dough balls (with the exception of the “hardness” factor).
If you put the number of eggs at zero, you can also check the composition of any individual ingredient. Let me know if you would happen to disagree with a particular composition. This is still the first version and I’m sure there will be quite a few changes in the future.
Note for the high protein freaks: do you see how difficult it is to get to a very high protein level (f.e. above 60%) if you keep using whole eggs in your boilies? There is simply a too low protein contents in whole eggs. It might be better to start using egg powder and egg albumin instead. Or accept a lower protein contents in the 40-50% ranges (which in my view would be more than enough anyhow).
Have fun!
Mario Kok
O Sr Mario Kok é um Holandese que vive em México e é um dos fundadores do site Méxicano Carpeando.com
Montagems para Boilies.
Em baixo encontram-se as váarias montagenms que é possível para montar boilies (ou outros tipos de iscos).
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A montagem BlowBack ( The Blowback Rig)
Quando estar utilizar o anzol de haste comprida é bom de usar esta montagem, é muito eficaz para pop-ups (boilies flutuantes) ou boillies de fundo. |
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A montagem "D" (The ‘D' Rig)
Eis duas versões da montagem D. Usada apenas para pop-ups é muito eficaz. Na segunda versão o laço é muito mais comprido e ouvi falar de bons resultados com esta versão.
Gosto de utilizar Amnesia preto (fio rígido) para esta montagem, com os dois extremos atados num aro de aço inoxidável. Um pedaço de entraçado bem mole deverá ser atada ao aro e para compensar deverá ser moldada com massa de tunsgténio em torno deste.
Os pop-ups ficam melhor atados ao aro usando fio dental usando um “nó da avózinha” que se aperta facilmente e usa-se para acabamento uma gota de super-cola.
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A montagem Boneco de Neve ( The Snowman Rig)
Gosto de a usar quando pesco sobre lodo ou algas filamentosas/vegetação de fundo. Na minha montagem de cabelo normal prendo uma pop-up (boilie flutuante) sobre uma boillie densa que permanecerá lindamente no fundo. |
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A montagem Porco Guloso ( The Greedy Pig Rig)
Pensará que a carpa fica desconfiada com esta montagem, mas funciona!. Recentemente, um pescador francês que estava próximo de mim usou 5 grandes nacos de granulado de halibute num cabelo à procura dos grandes siluros do lago e fisgou um par de carpas na ordem dos 15 kg cada. Gosto de usar uma pop-up na última boillie do cabelo. |
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A montagem com destorcedor ) The Swivel Rig)
É uma alternativa à montagem pop-up que funciona bem. Um pequeno destorcedor na curva do anzol, travado por uma gota de cola. |
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A montagem
Tigre (The Tiger Rig)
Quando uso “noz tigrada” como isco gosto de usar um pedaço de cortiça entre as duas nozes para uma montagem equilibrada. |
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A montagem Giratória Rígida ( The Stiff Spinner Rig)
Esta montagem foi muito popular à uns anos atrás, difundida por Terry Hearn e amigos. Um anzol de haste direita com olhal desfasado é o melhor.
1. Pegue num pedaço de fio rígido (Amnesia p.e.) e passe a extremidade através do olhal e faça um nó através do enrolar do fio 5 ou 6 vezes em torno da haste e voltando a passar a extremidade através do olhal.
2. Pegue na extremidade da linha e coloque um aro de aço, voltando a passar a extremidade pelo olhal.
3. Faça um pequeno laço como mostrado e corte a extremidade a 3 ou 4 mm do olhal. Chegue um isqueiro aceso à extremidade para a empolar (Cuidado!) |
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Montagem Rígida Completa (Stiff Rig Complete)
4. Ate a outra extremidade a um pequeno destorcedor usando um “nó de sangue” e empole a extremidade novamente com um isqueiro. É fácil obter-se uma montagem curto usando um “nó de sangue”.
Pegue noutro pedaço de fio rígido e ate um “duplo nó” através do destorcedor. Ate um destorcedor de aro à outra extremidade. A pop-up precisa de ser atada ao aro com fio dental e equilibre a montagem com massa de tungsténio moldada à volta do topo do destorcedor. |
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Conjunto de Fixação Rápida da Montagem Cabelo (Quick Hair Stop Sequence)
Um pequeno item, (vide site da Carp’R’Us) é o Fixador Rápido da Montagem Cabelo.
- Ate o Fixador usando o método laço dentro do laço e desloque o nó para a extremidade. Insira a armação do fixador no buraco da agulha (esta deverá possibilitá-lo!) e de seguida o boillie.
- Rode o Fixador e deslize o nó para a base de modo a formar um T sobre o topo da boillie. Deslize a boillie em direcção ao fixador.
- Gosto de usar um fixador “salchicha” no cabelo para apertar o boillie.
Para retirar o isco é preciso apenas rodar o fixador de volta à sua posição inicial e retirar a boillie.
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Montagems para Boilies 2.
Em baixo encontram-se outra groupo de várias montagenms que é possível para montar boilies (ou outros tipos de iscos).
When you need to adjust your carp rigs for wary fish there are carp rigs I like to use. I like to keep the hooklink short: 4" - 6", no more, and I use a stiffish material ie: Amnesia, Stiff Mono or coated hooklinks like Cortex by Fox.
Also, I use hooks like the the Fox Arma Points LS, SSBP and their new LSC.
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Grinner Knot
The best knot for tying hooklink to swivel, pass hooklink twice through the eye and at least 5 turns, wet with saliva before tightening.
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Multi Bait
LS with 3 small baits, tied knotless knot style with lots of turns up to a position opposite point of hook with a sausage stop on hair to keep baits sliding down hair. |
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Pop-Up combi-link
SSBP on Cortex with section below hook with coating removed, blobs of putty on hooklink to keep the hooklink down on bottom. |
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Pop-Up rig
SSBP hook. |
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Blowback Rig, Bottom or Pop-Up rig
LS or LSC with hair tied to sliding ring on shank. |
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Spinner Rig
LSC Pop-Up rig, Ring on shank with glued float stops, hair tied to ring with sausage stop. Rig tied to stripper with coating removed close to hook. |
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Big Loop rig
Tied on Amnesia with Overhand knot used for loop |
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Overhand Loop Knot |
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Content 3
Com fazer um "leader" com núcleo de chumbo "Lead-core" .
Em baixo encontra as varias fases para criar um "Leader" com Núcleo de Chumbo ("Lead-core"):
Um grande abraço para o Osvaldo Lucas para ter tido a paciencia de traduzir isso tudo, obrigado.
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1 - Segure a ponta do "material" (leader material) e liberte a extremidade do fio de cumbo interior, como mostrado. |
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2 - Segure o fio de chumbo contra o cartão (guia para a medida) e puxe a cobertura externa. |
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3 - Continue a puxar a cobertura externa até chegar à medida. |
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4 - Quebre o fio de chumbo exposto e deixe que a cobertura exterior volte à sua posição inicial |
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5 - Coloque uma extremidade da cobertura numa extremidade do cartão e segure o "material" entre o polegar e o indicador na outra extremidade. Esta é onde o fio de chumbo começa outra vez no material. O junção é feita com o material que não tem o fio de chumbo. Mantenha o polegar e o indicador no "material". |
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6 - Com a agulha, cuidadosamente, penetre a secção vazia com a ponta aguçada. |
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7 - Empurre a agulha ao longo do material. Se sair, recomece. |
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8 - O mais importnate é ser paciente e cuidadoso. Quase todas as fases envolvem o uso do polegar e do indicador. |
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9 - Quando se chegar a meio caminho da zona sem o fio de chumbo, perfure a cobertura, como mostrado. |
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10 - Pegue a extremidade mas afastada da cobertura, coloque-a no buraco da agulha e comece a puxar, pela ponta, a agulha através da cobertura. |
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11 - Puxe com cuidado a agulha até qeu saia completamente. |
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12 - Nesta fase a maioria das pessoas comete um erro. Tentam "abonecar" a ponta livre. Não é necessário. Deixe como está e passe à próxima figura. |
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13 - Entre o polegar e o indicador leve o laço até ao tamanho que deseja. Com a medida atrás mostrada, sugiro um laço com não mais de 1 cm. |
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14 - Segure o laço e estique a outra extremidade. O "leader" fica esticado como por magia!!
O laço deve ficar assim na versão final. Não é necessário cola, mas se assim o decidir, por uma pequena quantidade de super-cola (ATENÇÃO! Basta só uma gotinha!) a meio caminho da secção seccionada e permita que se embeba. |
Se estar intressado em comprar os artigos (só há dois) para fazer os seus proprios, vai ao site do "The Tackle Bag". Lá ten "DIY Leadcore kits" que vem logo como a agulha indicada para esse trabalho (como nos fotos).
Com juntar um "leader" com núcleo de chumbo "Lead-core" ao linha madre.
THE 'KEITH MOORS' KNOT
A few people have asked how to attach mainline to leadcore. I think the Keith Moors' Knot is the safest and the strongest way of doing it. It's also a doddle when you get the hang of it and not half as complicated as it might look!

Step 1 - Strip back an inch or so of leadcore. I like to just touch the end with a flame to stop any potential unravelling, but be careful not to create a blob

Step 2 - Pull a loop of the mainline through the leadcore

Step 3 - Pass the leadcore through the bottom of the loop

Step 4 - Pass the leadcore twice over………

Step 5 - ……………..and through the top of the loop

Step 6 - Moisten and pull tight
If you push the outer of the leadcore down a bit, you can trim off the tag end of the mainline and it will stay within the leadcore's outer, leaving nothing to potentially snag.
Simple as that!
Modificar uma sonda "Smrtcast"
There has been a lot of interest on the forum about the Humminbird Smartcast fish/depth finder, which is a sonar device with a remote transducer (R40) that beams information back to the monitor on the bank.
The main criticism with the device is that it has only a short range of about 30m but with some smart modification you can massively increase the range to about 180m.

imagem 5
The Procedure
- Very carefully, with a junior hacksaw, cut all the way around the RF40 and remove the top (imagem nº 1)
- Taking the top, drill a small hole in the funnel and glue in a tube (I use a cotton bud) YOU MUST SEAL THE TOP OF THE TUBE.
- Now it should look like (imagem nº 2). Straighten enough of the spring to reach the top of the tube when assembled. It should look like (imagem nº 3)
- Assemble and seal the two halves back together to look like (imagem nº 4)
- The RF10 station needs the back taking off and the spring needs to be straightened then a phono socket needs to be fitted to the back above where the spring sat
- Cut the straightened spring long enough to solder to the socket
- Put the back back on.
- Solder the rest of the spring to the inner connection of a phono plug, glue a tube over the top and SEAL
- The finished unit should look like (imagem nº 5) em cima
Para fixar a um "Bait-Boat"
I have fitted an R40 to my Cat, in the recess in the hull (imagem nº 6)
The RF40 needs to be cut to look like (imagem nº 7)
And when fitted looks like (imagem nº 8)
Um Barco para engodar ("Bait-Boat")
Em baixo encontra as plantas para construir um barco de engodar.

1º Ficheiro |

2º Ficheiro |

3º Ficheiro
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4º Ficheiro |

5º Ficheiro |

6º Ficheiro |

7º Ficheiro |

8º Ficheiro |

9º Ficheiro |
Como preparar sementes etc para engodos e iscos.
Quando usamos sementes para engodar ou usar como o isco principale, temos de ter um certo cuidade na preparação deles. Sementes que não estejam bem preparados podem matar os peixe. Isso não é brincadeira, sementes mau preparados matam mesmo os peixe!
Em baixo há um linque para um versão desta tabela em PDF que pode salvar no seu PC.
| Sementes |
Demolhar (horas) |
Cozer/Lume brando (minutos) |
Nozes de Tigre |
24 |
30 |
| Nozes de Tigre Mini |
24 |
30 |
| Nozes de Tigre Jumbo |
24 |
30 |
| Nozes de Tigre Móido |
N/A |
N/A |
| Grão |
12-18 |
30 |
| Canhamo |
24 |
Até Rebentar |
| Canhamo Grande |
24 |
Até Rebentar |
| Milho |
24 |
30 |
| Aveia |
N/A |
1 |
| Trigo |
6 |
15 |
| Cevada |
6 |
15 |
| Nozes de Brazil Enteiros |
24 |
30 |
| Miolo de Nozes de Brazil |
12-18 |
30 |
| Feijão Branco |
12-18 |
30 |
| Feijão Encarnado |
12-18 |
30 |
| Feijão Catarino |
12-18 |
30 |
| Feijão de Soja |
12-18 |
30 |
| Milho Pequeno (Milho de Pipocas) |
12-18 |
30 |
| Milho Vermelho |
24 |
30 |
| Terramoz |
24 |
30 |

Versão desta tabela em PDF
Pesos e Médidas de Artigos de Pesca
Aqui estão ums conversões de algumas medidas mais usadas na nossa modalidade.
| Rod Lengths |
Comprimentos das Canas |
| 7Ft |
2.13M |
| 7.5Ft |
2.28M |
| 8Ft |
2.44M |
| 8.5Ft |
2.59M |
| 9Ft |
2.70M |
| 9.5Ft |
2.90M |
| 10Ft |
3.05M |
| 11Ft |
3.35M |
| 12Ft |
3.66M |
| 13Ft |
3.96M |
| 14Ft |
4.27M |
| 15Ft |
4.57M |
|
| Rod T/C |
Acção da Canas |
| 1Lb |
0.45Kg |
| 1.25oz |
0.57Kg |
| 1.5Lb |
0.68Kg |
| 1.75Lb |
0.79Kg |
| 2Lb |
0.90Kg |
| 2.25Lb |
1.02Kg |
| 2.5Lb |
1.13Kg |
| 2.75Lb |
1.25Kg |
| 3Lb |
1.36Kg |
| 3.25Lb |
1.47Kg |
| 3.5Lb |
1.59Kg |
| 3.75Lb |
1.70Kg |
| 4Lb |
1.81Kg |
| 4.5Lb |
2.04Kg |
| 5Lb |
2.27Kg |
|
| Weights Oz |
Pesos Gramas |
| 0.25oz |
7grms |
| 0.5oz |
15grms (14grms) |
| 0.75oz |
20grms (21grms) |
| 1oz |
30grms (28grms) |
| 1.5oz |
40grms (42grms) |
| 2oz |
60grms (56grms) |
| 2.5oz |
70gmrs (70grms) |
| 3oz |
85grms (85 grms) |
| 3.5oz |
100grms (99grms) |
| 4oz |
115grms (113grms) |
| 4.5oz |
125grms (127grms) |
| 5oz |
140grms (141grms) |
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| Landing Nets |
Camaroeiros |
| 32inch |
81.28cm |
| 36inch |
91.44cm |
| 42inch |
106.68cm |
| 52inch |
132.08cm |
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Se querem, pode fazer o down-load de um ficheiro em PDF que tem tudo o que estar aqui nesta pagina:
Pesos e Médidas
A Carpa Herbívora - um Promissor Agente de Luta Biológica.
A carpa herbívora tem granjeado popularidade como agente de luta biológica, no combate às infestantes aquáticas, uma vez que os riscos ambientais e os custos económicos associados ao seu uso são geralmente inferiores a outros métodos utilizados.
Paulo Pinheiro, Instituto Superior de Agronomia |
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Os sistemas de canais de irrigação revestidos, característicos da região Mediterrânica, possuem condições extremamente favoráveis para o estabelecimento de massas de algas e para o crescimento de plantas aquáticas superiores. Estes macrófitos, quando atingem densidades populacionais elevadas, são responsáveis por graves problemas nos diversos canais de rega, de entre os quais se destacam o impedimento do fluxo de água, a redução da capacidade de circulação e distribuição da água e a perturbação do funcionamento dos instrumentos de regulação dos caudais e dos dispositivos de rega.
Devido a esta propensão dos canais de rega em Portugal, torna-se essencial combater as frequentes infestações. Os meios de luta para combate às infestantes aquáticas agrupam-se em físicos, químicos e biológicos.
No nosso País, o único método de controlo vulgarmente utilizado, é a luta física, sobretudo a limpeza manual ou mecânica da vegetação invasora. Não é, contudo, um método muito eficaz, e apenas será indicado para as situações em que ocorrem grandes massas concentradas de plantas aquáticas. |
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Fig. 1 - Remoção Manual de jacinto-aquático de um canal. |
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O recurso a herbicidas é uma forma de luta (química) fácil de implementar e com resultados rápidos, no entanto, a sua aplicação é muito perigosa porque pode acarretar efeitos graves e irreversíveis no ecossistema, devido à elevada mobilidade dos componentes químicos utilizados na água.
A luta biológica é um método de controlo da vegetação aquática que pode ser bastante eficiente, que normalmente apresenta bons resultados sobretudo a médio ou longo prazo e, geralmente, os seus custos são significativamente mais reduzidos que os da luta física e/ou química. Uma das mais valias da luta biológica é o facto de causar impactes, para o ecossistema aquático, menos severos e mais facilmente recuperáveis relativamente às outras formas de luta.
A carpa herbívora (Ctenopharyngodon idella), é um ciprinídeo endémico de alguns dos grandes rios de planície do Nordeste da China e da parte adjacente da antiga URSS, mais precisamente da parte leste da Sibéria. Esta espécie consome exclusivamente algas e plantas aquáticas, sendo que a sua principal particularidade morfológica é possuir o tubo digestivo muito curto, com apenas 1/5 do comprimento do intestino das outras espécies piscícolas herbívoras. Esta característica proporciona um rápido processamento e uma rápida eliminação de todo o material vegetal ingerido, tornando esta carpa uma espécie ineficiente no aproveitamento energético do alimento. Como consequência, a carpa herbívora ingere elevadas quantidades de macrófitos aquáticos, o que a torna interessante quando presente em massas de água infestadas. |
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Fig. 2 - Carpa herbívora (Ctenopharyngodon idella). |
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A carpa herbívora é a única espécie piscícola utilizada, em larga escala, como agente de luta biológica, no combate às infestantes aquáticas. Este ciprinídeo é considerado por diversos autores como o meio de luta biológica mais promissor, tendo ganho grande notoriedade sobretudo a partir do início da década setenta. As características que definem a sua elevada eficiência para esta função advêm do facto de ser um consumidor voraz de uma grande variedade de plantas aquáticas; ser tolerante a uma ampla gama de condições ambientais; em regra, não se reproduzir naturalmente fora do seu habitat nativo; e possuir uma longevidade bastante elevada (até 20 anos), o que permite a gestão dos seus efectivos populacionais a longo prazo.
Recentemente, efectuaram-se ensaios com o intuito de quantificar o consumo de macrófitos aquáticos por carpas herbívoras com 1 ano de idade, utilizando-se dez espécies de plantas aquáticas, identificadas como as principais infestantes de canais revestidos do nosso país, no âmbito de um inventário geral realizado no projecto PAMAF 8186 - “Técnicas de Controlo e Ecologia das Infestantes em Canais Revestidos”. Os ensaios decorreram em tanques de fibra, com plantas recolhidas nos diversos canais.
Este conjunto de ensaios revelou que todas as espécies de infestantes testadas foram consumidas pelas carpas herbívoras, sendo que, para algumas dessas espécies, a taxa de ingestão é bastante elevada. Estas carpas chegam mesmo a ingerir por dia uma quantidade de material vegetal superior ao seu peso corporal. Este facto atesta a elevada polifagia que é característica desta espécie, confirmando a sua capacidade para irradicar a maior parte das infestantes aquáticas existentes nos nossos canais, desde que introduzida nas massas de água em densidades populacionais suficientes. |
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Fig. 3 - Tanque testemunha, sem carpas. |
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As carpas herbívoras com 1 ano de idade consumiram as diversas plantas aquáticas invasoras com formas e grandezas diferentes, com nítida preferência pelas pequenas plantas flutuantes (Lemna spp.) e pelos macrófitos aquáticos submersos e, dentro deste último grupo, os que possuem tecidos com baixos teores de fibra (e.g., Chara aspera e o Potamogeton pectinatus). Como a selectividade alimentar desta espécie decresce com o aumento da dimensão dos peixes, é de esperar que a utilização de indivíduos com pelo menos 2 anos idade levará a que os macrófitos mais coriáceos sejam consumidos em maiores quantidades.
Estes resultados foram idênticos aos obtidos entre 1994 e 1996, relativamente ao consumo de espécies de macrófitos aquáticos que proliferam em valas e canais de terra, também existentes no nosso país. |
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Fig. 4 - Tanque com carpas herbívoras. |
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Apurou-se que a temperatura da água no nosso País é propícia para esta espécie manter uma intensa actividade alimentar durante a maior parte do ano, ocorrendo apenas no Inverno uma ligeira redução do consumo de material vegetal. Um problema específico dos canais de irrigação é o facto das condições limnológicas estarem bastante degradadas, mas como esta espécie é tolerante a condições ambientais adversas não haverá problemas no estabelecimento dos peixes nestes locais. Uma outra característica que favorece a utilização da carpa herbívora para combater as infestantes dos canais de irrigação, tem a ver com a velocidade da água, que nestes canais pode atingir 1.0 m/s, sendo geralmente bastante inferior, valores estes que não perturbam o comportamento das carpas, o que foi comprovado com diversos estudos de radio-telemetria.
O maior problema da utilização desta espécie como meio de luta biológica poderia estar relacionado com o facto de se tratar de uma espécie exótica e haver alguns perigos associados à sua introdução nos nossos meios aquáticos, mesmo tratando-se de canais de rega, que são massas de água artificiais e naturalmente confinadas. Mas, a probabilidade de reprodução desta espécie, fora do seu habitat natural, é muito reduzida, devido à necessidade da ocorrência simultânea de um conjunto de condições bioclimáticas muito particulares. A conjugação destas condições ambientais é muito rara, sendo este o facto que leva a que, embora se encontre aclimatizada em mais de uma centena de países, reproduza-se apenas em alguns dos países resultantes do desmembramento da União Soviética, em dois rios dos EUA e num do México e do Japão. De qualquer forma, para obviar esta situação, foi desenvolvida, e é actualmente corrente, sobretudo nos EUA, a produção e utilização de carpas herbívoras triplóides, que são funcionalmente estéreis. |
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Fig. 5 - Cardume de carpas herbívoras. |
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Como qualquer outra espécie introduzida, também a carpa herbívora pode potencialmente provocar algum tipo de desequilíbrios na dinâmica dos ecossistemas cuja fauna autóctone não inclua este ciprinídeo. Desde a década de oitenta que foram realizados inúmeros trabalhos que incidem sobre as consequências da C. idella no ecossistema aquático, e os seus resultados apontam para impactes não significativos, mesmo em locais onde a espécie se naturalizou, desde que não sejam utilizadas densidades muito elevadas.
A metodologia mais indicada para o controlo destas infestações seria a implementação de um programa de protecção integrada da vegetação aquática, que compreenda a utilização da carpa herbívora conjugada com meios de luta físicos. Não devem ser esquecidas também as medidas de prevenção das infestações, sobretudo a redução da entrada de nutrientes, em toda a bacia de drenagem e não apenas nos canais de rega, pois a água destes últimos provém de albufeiras eutrofizadas. |
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Fig. 6 - Canal de rega revestido. |
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| Em suma, a carpa herbívora revela uma elevada taxa de ingestão e uma elevada eficiência no controlo da grande maioria das infestantes aquáticas existentes em Portugal. Demonstra igualmente uma grande adaptação às características das massas de água, o que leva a concluir que esta espécie poderá ser um importante instrumento de gestão da vegetação aquática, em canais de rega. |
Tudo este texto foi tirado do site Naturlink
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